O BTNK já era conhecido entre os moradores da Mooca: de 2015 a 2017, funcionou no bairro como um bar pop up, ou seja, tinha períodos pré-determinados para funcionar. No fim de 2018, contudo, ganhou casa própria – e fixa. Agora, o BTNK ocupa uma antiga fábrica de 1930, que tem um vagão de trem que faz as vezes de bar e espaço para música ao vivo.

Enquanto curtem jazz e blues, os clientes podem bebericar drinques clássicos, como gim-tônica e negroni, e outros autorais, caso do Beat Mule, que leva uísque, pimenta da Jamaica, suco de limão, sidra artesanal e espuma de cítricos.

Para comer, há sanduíches e porções.